Without even celebrate a title in the last three years, the Ferrari starts 2012 season with a series of taboos to break down. The Italian team - which will start the championship on Sunday in Australia, trying to fight against the domination of the recent Red Bull - is not the constructors championship since 2008 and does not take the cup of pilots since 2007. Felipe Massa has raced through the Ferrari when the team won their last cup. In 2008, the Brazilian formed with Kimi Raikkonen at McLaren duo who gave their last constructors' championship, the year that Lewis Hamilton, now at McLaren, was the champion among pilots. The team does not go through a similar drought since 1999, when he took the constructors' title in the fourth season of Michael Schumacher's Formula One team and ended a nuisance taboo 15 years without a title. Schumacher was also responsible for ending a sequence of 20 years of Ferrari without a champion rider. The German lifted the cup in 2000, the first time since 1979, when Jody Scheckter led the team to the highest place of the podium. Since then, Ferrari lives its worst drought without a champion rider. The latter was Kimi Raikkonen, then mate Felipe Massa - the Finn won the title in 2007, the last race, after ousting Lewis Hamilton and Fernando Alonso, who formed the duo McLaren that year. Massa, who was the last Ferrari to celebrate the glories of the team, will also start the season with a taboo to overcome discomfort.Without winning a race since early 2009 - the year he suffered a serious accident and missed the final eight races of the championship - the Brazilian is the first rider of the team to get three years without a win since Eddie Irvine, who did not go up in the most top of the podium between 1996 and 1998. Despite the drought of victories, Massa believes in a better performance of the Italian team this season."Last year we were well in the preseason, but take a second disadvantage in the first race. We had 90% sure that he would fight for the championship, but it would not be seen as well. Now hope that is the opposite, "said Massa, last Thursday, during a presentation of its new sponsorship. Based on the pre-season testing, Ferrari will struggle to break the taboos this year. Despite the good performance of Fernando Alonso, the training sessions were dominated by Sebastian Vettel and Red Bull.
Adriano não consegue se livrar do efeito sanfona. Perde peso numa semana, na outra ganha ou não mexe no ponteiro. Os últimos dias foram da série de não atingir os números determinados pela comissão técnica. E Tite deixou bem claro na sexta que perdeu a paciência.
Para piorar, as dores que o atacante sofre no tendão operado limitam
seus movimentos. Assim, quando entra em campo, além de estar acima do
peso, muitas vezes ele tem dificuldades para dominar a bola.
A situação incomoda a comissão técnica, independentemente de qualquer rebeldia no vestiário (segundo o comentarista Osmar de Oliveira, da Band, ele se recusou a subir na balança na sexta, conforme registrou o Blog do Quesada). A irritação já existia havia algum tempo porque escalá-lo meia-boca significa desgastar mais o restante do time, que precisa correr pelo Imperador.
O esforço compensaria, se fosse para ter um matador, um jogador diferenciado. Mas limitado pelo excesso de peso e pelas dores, Adriano deixa de ser letal, não compensando o suor de seus colegas.
A decepção da comissão técnica é maior ainda porque ao olhar para os lados os corintianos enxergam quase todos os rivais com ao menos um atleta que desequilibra. O Imperador seria “o cara” do Parque São Jorge. Mas não é. Na avaliação de seus chefes, isso acontece principalmente por ele não se esforçar para perder peso constantemente até atingir a forma ideal.
No clube, ninguém dúvida das dores que o atacante afirma sentir. Os movimentos limitados comprovam o desconforto. O problema é que o estafe de Tite não sabe até que ponto a perda de peso poderia ajudar Adriano a acabar com o problema.
Nesse cenário, a partir de agora, será cada vez mais difícil o Imperador virar titular. E mais fácil arrumar as malas para tentar a sorte de novo no Flamengo. Aliás, esta semana foi estressante para representantes do jogador, que esperavam uma definição do Corinthians em relação ao futuro do atacante. A resposta parece ter vindo na última entrevista coletiva de Tite, que não escondeu sua “irritabilidade”.
A situação incomoda a comissão técnica, independentemente de qualquer rebeldia no vestiário (segundo o comentarista Osmar de Oliveira, da Band, ele se recusou a subir na balança na sexta, conforme registrou o Blog do Quesada). A irritação já existia havia algum tempo porque escalá-lo meia-boca significa desgastar mais o restante do time, que precisa correr pelo Imperador.
O esforço compensaria, se fosse para ter um matador, um jogador diferenciado. Mas limitado pelo excesso de peso e pelas dores, Adriano deixa de ser letal, não compensando o suor de seus colegas.
A decepção da comissão técnica é maior ainda porque ao olhar para os lados os corintianos enxergam quase todos os rivais com ao menos um atleta que desequilibra. O Imperador seria “o cara” do Parque São Jorge. Mas não é. Na avaliação de seus chefes, isso acontece principalmente por ele não se esforçar para perder peso constantemente até atingir a forma ideal.
No clube, ninguém dúvida das dores que o atacante afirma sentir. Os movimentos limitados comprovam o desconforto. O problema é que o estafe de Tite não sabe até que ponto a perda de peso poderia ajudar Adriano a acabar com o problema.
Nesse cenário, a partir de agora, será cada vez mais difícil o Imperador virar titular. E mais fácil arrumar as malas para tentar a sorte de novo no Flamengo. Aliás, esta semana foi estressante para representantes do jogador, que esperavam uma definição do Corinthians em relação ao futuro do atacante. A resposta parece ter vindo na última entrevista coletiva de Tite, que não escondeu sua “irritabilidade”.










